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  • 14

    mai

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    Internet, a mídia preferida do País

    Pesquisa do IAB mostra que brasileiro prefere consumir web à televisão em seu tempo livre. E revela que público considera campanhas digitais mais criativas do que as exibidas na TV

     

    Um estudo feito pela ComScore a pedido do IAB trouxe números que referendam a relação de amor que o brasileiro tem com a internet. Com o objetivo de entender como a população se relaciona com a web, a empresa de pesquisas entrevistou, em fevereiro, mais de duas mil pessoas que compuseram uma amostra representativa do público online brasileiro. Um dos resultados, apresentados na manhã desta quinta-feira, 10, no ProXXIma 2012, aponta que 42% das pessoas passam pelo menos duas horas por dia conectada seja por meio do computador ou do celular. No caso da TV, esse percentual, para a mesma quantidade de horas, é de 25%.

     

    Outra pergunta deu a dimensão do que a web vem representando para os brasileiros. A questão “se você tivesse 15 minutos livres para usar no dia, qual seria a atividade preferida” trouxe como primeira resposta a navegação na internet. Essa foi a escolha de 33% dos entrevistados. Em seguida, ficou a utilização de redes sociais, com 13%. Ver TV atingiu 11% das preferências. Somadas as respostas que implicavam em algum uso online, 62% das pessoas gostariam de dedicar esses 15 minutos livres ao consumo de meios digitais.


    Fábio Coelho, presidente do IAB Brasil, destacou que a internet é a atividade preferida em todas as faixas etárias, inclusive entre os indivíduos com mais de 55 anos. Detalhe importante: é esse grupo que cravou o maior índice para assistir à televisão no tempo livre, com 15% das respostas (navegar na web, para essa faixa etária, ficou com 34%).
    Entre os dados revelados pelo estudo, Coelho salientou também que a internet é a mídia mais utilizada em todos os lugares, como escola e trabalho, e situações de um dia típico. E na casa, esse consumo, analisada por período de um dia, supera o do jornal pela manhã e o da TV à noite. A pesquisa indica que, de manhã, 14% das pessoas consomem jornal. O percentual para a web, nesse momento do dia, é de 69%. À noite, 78% dos entrevistados disseram que navegam pela internet. E 46% ficam ligados na TV.

     

    Campanhas criativas e inovadoras

     

    Pelo lado da publicidade, Coelho apontou que os brasileiros são receptivos a esse tipo de anúncios. Além disso, os entrevistados consideraram a publicidade online criativa e rica em conteúdo. Na comparação com outros meios, a internet se saiu melhor em todos os quesitos, exceto um: a qualidade de ser memorável. Nesse caso, o primeiro posto ficou com a TV, com 44% das respostas. A internet ficou com 36%. Porém, quando o assunto é criatividade, a web se sobressaiu, o que pode surpreender algumas pessoas.


    Na pesquisa do IAB, os entrevistados consideram os anúncios digitais mais criativos e inovadores (49%) do que os veiculados na TV (38%). Para Coelho, uma das razões para isso está no uso mais integrado de tecnologias. E no bom uso das ferramentas disponíveis hoje.

    Fonte: proxxima

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  • 23

    abr

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    Atrair, construir uma relação e capturar clientes

    Não basta fazer promoções ou ter uma bela fachada para atrair clientes. É preciso que o cliente reconheça sua marca e crie fidelização com ela

     

    Um ponto de venda, que trabalha a comunicação visual e investe em observar as necessidades do consumidor, sabe expor um produto e consegue aumentar exponencialmente suas vendas. A decisão de compra do cliente é influenciada pela aparência da loja, pela qualidade do ambiente e também pelas facilidades oferecidas.

     

    Para conseguir este resultado e impulsionar as vendas, vale segmentar a relação com o consumidor em três momentos distintos para saber trabalhar a imagem externa e interna do Ponto de Venda (PDV).



    O primeiro passo é a “atração”. É preciso atrair o cliente: de nada adianta o esforço em construir um ambiente de qualidade se nossa fachada e vitrine não são suficientemente atrativas para que ele entre na loja.

     

    E isto vai além dos anúncios de promoção, descontos e ofertas. Tem a ver com o reconhecimento de marca, com o design da fachada e com a forma de expor os produtos, e por fim, com a arquitetura da loja.

     

    Tudo isso em conjunto comunica um espírito, uma essência, que deve traduzir fielmente o nosso DNA. Tudo preto ou tudo branco? Cores na arquitetura ou neutralidade para ressaltar as cores dos produtos? Moderno ou artesanal? São questões que devem ser equacionadas com cuidado. Considerando nossos valores, o modo como somos percebidos, e a vizinhança. Destacar-se dela é sempre importante.



    Depois de atraído, é necessário “construir um relacionamento” com o cliente. Agora, a ambientação é o ponto principal deste segundo estágio. Neste momento, a “limpeza” e clareza da loja podem ser essenciais. Imagine uma drogaria, que tem como principal produto os remédios.

     

    Se o cliente não sente confiança naquela loja, atributo que se comunica através de organização, boa iluminação, conforto ambiental etc, na certa, ele não comprará e não se fidelizará àquele ponto de venda. Ou seja, a imagem reflete credibilidade e todo o ambiente deve estar alinhado a este contexto.



    A sinalização tem papel primordial neste segundo momento. A poluição visual deve ser evitada. Excesso de estímulos torna a comunicação ineficaz. É comum observar lojas de varejo onde todos os produtos são anunciados como “ofertas”. Ora, o conceito de oferta – condição especial e temporária - conflita com a generalização: não dá para a loja toda estar em oferta, perde a credibilidade.



    Há casos sintomáticos onde o produto é desejado, porém, os clientes precisam de informação, saber como funciona. A comunicação de conteúdos técnicos deve ser cuidadosamente planejada ao longo do trajeto que o cliente faz dentro da loja.

     

    Este trajeto deve ser previsto, e a informação distribuída adequadamente, para que o cliente não dependa do vendedor para entender o produto. Vivi uma experiência com a telefonia celular, quando ainda não se sabia a diferença entre um pós-pago e um pré-pago.

     

    Antes do projeto, o atendimento levava cerca de 40 minutos e liquidava a paciência do cliente e da operadora. Depois de implantado o projeto, a operação de venda era concluída em oito minutos, pois quando o vendedor era acionado, o cliente já sabia o que desejava. Isto é “construir a relação”.



    Por último, após as duas etapas conquistadas, chega o momento de “capturar” o cliente. Neste terceiro momento, o ponto de venda deve oferecer todas as facilidades. Rapidez, sem burocracia, aceitar todas as formas de pagamento, atender com qualidade e presteza. Não adianta fazer uma mega promoção se, na hora de pagar, o atendente diz “não aceitamos cartão de crédito”.



    O ponto de venda tem que ser prático e atraente aos consumidores, o que torna mais rentável. Portanto, descomplique para o comprador que, com certeza, quem ganhará é você.



    Carlos Dranger (Diretor associado da Cauduro Associados) 

    Fonte: Mundo do Marketing Carlos Dranger (Diretor associado da Cauduro Associados)

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  • 18

    abr

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    E-Mail Marketing lidera supremo como o melhor “amigo” do e-commerce

     

    Embora muitos tenham decretado a baixa popularidade do e-mail marketing como gerador de vendas, uma nova pesquisa da ExactTarget mostra que este canal está mais vivo do que nunca, quando se trata de alavancar as vendas em sites de comércio eletrônico.

     

    Dois terços (66 por cento) dos consumidores norte-americanos afirmam ter comprado pela internet após ter visualizado um e-mail, à frente da proporção que afirma ter feito o mesmo por influência de mensagens postadas no Facebook (20 %) ou de mensagens de texto (16%).

     

    Curiosamente, a pesquisa também mostra que 77 por cento dos consumidores entrevistados preferem receber em seu correio eletrônico mensagens de marketing, enquanto apenas 45 por cento afirmam o mesmo para mensagens de amigos. Por outro lado, apenas cinco por cento dos consumidores preferem receber mensagens de marketing em sites de redes sociais.

     

    O e-mail também é largamente utilizado como meio de comunicação on-line, com 96% dos compradores afirmando utilizar mensagens eletrônicas ao menos um vez por semana. Além disso, 76% dos inquiridos disseram que o e-mail é o canal preferencial para o atendimento ao cliente.

     

    Embora 70% dos entrevistados utilizem o Facebook semanalmente, apenas 20% acessam o Twitter com esta frequência. O Facebook também é duas vezes mais eficaz que o Twitter quando o assunto é influenciar adolescentes (com idades entre 15-17 anos) a comprar em sites de varejo, mas ambos muito atrás do poder de persuasão do e-mail marketing.

     

    Tags: E-commerce, E-mail Marketing, Notícias E-commerce, pesquisa e-commerce

    Fonte: e-commerce news.

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  • 05

    jan

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    Confiança do consumidor segue estável em janeiro

    Índice Nacional de Expectativa do Consumidor mostra preocupação menor com o desemprego.

     

     

    A confiança do consumidor permaneceu estável pelo segundo mês consecutivo. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), medido pelo IBOPE Inteligência e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), cresceu apenas 0,2% frente ao registrado em dezembro de 2011. O índice está em patamar elevado na comparação com a série histórica, mas o otimismo já foi maior: o INEC de janeiro de 2012 é 1,5% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

     

    Ao analisar os componentes do INEC em janeiro de 2012, nota-se que a preocupação com o desemprego, que vinha aumentando nos últimos dois meses, diminuiu. O índice de expectativa de evolução do desemprego, que acumulou queda de 5,4% entre outubro e dezembro de 2011, aumentou 5,1%. Ainda assim, o índice é 3,0% inferior ao registrado em janeiro de 2011.

     

    Os consumidores também mostraram melhora em relação a sua situação financeira e endividamento, já que os dois índices cresceram na comparação com dezembro. O índice de endividamento, no entanto, permanece inferior ao registrado em janeiro do ano passado.

     

    Já a preocupação com a inflação continua elevada. O índice de expectativa de evolução da inflação está 4,3% abaixo do registrado em dezembro de 2011 e 7,5% abaixo do observado em janeiro do último ano.

     

    Você pode baixar o relatório completo no site do IBOPE: Clique aqui!

    Amplitude Web - Consumidor.

    Fonte: IBOPE

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  • 03

    jan

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    Fan pages: o que o profissional de Marketing deve saber sobre elas

    A quantidade de páginas de marcas no Facebook triplicou em um ano e a corrida agora é pelas ações mais atraentes.

     

    Na busca pelo relacionamento na internet, as empresas têm apostado nas fan pages do Facebook para criar um diálogo com os consumidores. Mas como saber a melhor maneira de lançar uma página atrativa e que valha o investimento? E, mais ainda, como verificar se a plataforma realmente trará retorno para a sua marca?

     

      O Brasil tem mais de 500 páginas de marcas na rede social, segundo um levantamento realizado pela F.biz em junho. Parte deste “boom” explica-se pela percepção da quantidade de potenciais consumidores conectados, possíveis clientes que não estariam acessíveis à marca em outros meios, como TV ou anúncio em revistas.

     

    “De 2010 para 2011, o número total de fan pages de empresas no Facebook triplicou”, diz Duncan Southgate (foto), Diretor Global de Digital da Millward Brown, em palestra no I Fórum Internacional ABA Rio de Pesquisa e Inteligência Competitiva, realizado no último dia 15.

     

    Como saber se sua marca deve investir no Facebook


    Apesar de todo o frenesi em torno das fan pages, as mídias sociais podem não combinar com todas as marcas. A estratégia deve ser analisada caso a caso, avaliando o perfil da companhia para ver se vale o investimento.

     

    Primeiro de tudo, é preciso identificar o que a marca pretende com a ação. Uma pesquisa da Millward Brown, por exemplo, descobriu que o principal objetivo dos profissionais de Marketing ao lançar fan pages é criar fidelidade com a marca, e não obter venda direta.

     

    A partir daí, deve-se estudar três fatores principais, para ver se a empresa se encaixa no perfil da mídia social. O primeiro é o país em que atua. No caso do Brasil, os números de usuários conectados apontam que vale a pena investir.

     Categorias pedem ações específicas


    Uma pesquisa recente do Ibope Nielsen mostrou que o total de pessoas com acesso à internet no país atingiu 77,8 milhões em agosto. Dessas, 87% utilizam redes sociais e outras páginas de relacionamento. Só o Facebook tem 30,9 milhões de usuários únicos no país, ou cerca de 14% da população nacional.

     

    Observar a categoria da marca também é um passo fundamental na hora de investir na plataforma. As que têm mais fãs no Facebook são as de software, hardware, telecomunicações e telefonia, por serem clientes que já são ligados à tecnologia, com maior presença na rede e que desejam obter informações das empresas de antemão.

     

    Outras categorias que conquistam um alto número de fãs são a de carros e, curiosamente, a de fraldas. “A de carros é fácil de entender, porque o automóvel é uma extensão e uma expressão de quem você é. Confesso que fiquei surpreso com o resultado das marcas de fraldas, mas pesquisando vi que a pequena audiência se importa muito com o produto. As mães querem falar sobre isso, já que a rotina com o bebê torna-se parte elementar de suas vidas”, diz Southgate.

     

    Criatividade e desejo


    Vale a pena, ainda, estudar um terceiro fator. Qual é o perfil da empresa? O padrão que mais dá retorno é o de marcas consideradas criativas e desejáveis. Se a companhia está muito longe desse estereótipo, talvez a fan page não obtenha o resultado esperado.

     

    Essa pré-avaliação, no entanto, não impede que o Marketing aposte na ferramenta. O desafio será se esforçar para ter uma página criativa, inovadora, diferente e que apresente algo único. Esses atributos, inclusive, são indispensáveis em toda forma de Marketing digital para qualquer empresa que deseja se destacar na internet.

     

     

    Marcas com mais de um milhão de fãs

     

    No Brasil, marcas como Guaraná Antarctica e Smirnoff já alcançaram um milhão de “likes” em suas fan pages, ou seja, o número de um milhão de usuários que recebem e interagem com o conteúdo de cada empresa.

     

    Com o slogan “Clique em curtir para aproveitar o melhor da vida entre amigos”, a página da marca de refrigerante da Ambev conquistou seus 1.135.545 de fãs por meio de ações tão variadas como futebol virtual, campeonato de vídeo game e aulas em vídeo para as mães não envergonharem os filhos na internet.

     

    Já a Smirnoff Brasil chama a atenção do usuário com uma mensagem que ressalta os resultados das fan pages mundiais da marca, alcançando 50 países e 10 milhões de pessoas. A versão brasileira já possui 1.005.515 fãs, utilizando-se principalmente de calendário de festas, concursos para ingressos e um projeto que começou no ano passado e repete-se agora, o Nightlife Exchange, que recebe ideias de eventos dos usuários e seleciona algumas para executá-las.

     

    Em terceiro lugar no número de fãs brasileiros, segundo um levantamento de agosto da GraphMonitor, está a L´Oreal Brasil, na época com 769 mil “likes”, e, seguindo a lista, vêm Peixe Urbano (761 mil), Halls Brasil (524 mil), ClickOn (465 mil), Privalia (426 mil), Nike Futebol (423 mil) e Rock in Rio (413 mil).

     

    Quantidade não é qualidade


    O sucesso real de uma fan page, entretanto, não é medido apenas em números, mas também na qualidade das ações. Em um estudo da Millward Brown, que considerou itens como atenção aos posts, quantidade de recomendações a amigos e revisita à página, foi visto que não havia correlação entre o número de fãs no Facebook e o resultado geral do desempenho da marca.

     

    “Assim como a maneira de avaliar o ROI por meio da contagem de cliques em um anúncio online foi ultrapassada por métodos que avaliam outras linhas importantes, a quantidade de adeptos de uma fan page não significa qualidade. É preciso saber o que fazer”, diz Southgate. 

     

     

    O que os internautas querem


    Na mesma pesquisa foi descoberto que os atributos mais recorrentes das fan pages são, em primeiro lugar, ser fácil de navegar, com 55%, e apresentar informação confiável, com 48%. Também é bom ter frequência de posts. “Quanto mais, melhor, mas sem irritar o usuário, é claro. Recomendaria cerca de 40 posts por mês”, aconselha Southgate.

     

    Essa preocupação é importante porque a maioria dos internautas não visita a página da marca aleatoriamente. O conteúdo chega a eles pelo feed de notícias em sua página inicial, o que leva a empresa a disputar a atenção com todos os contatos do consumidor.

     

    Mas e os clientes, quais são os maiores benefícios para eles? Apesar de uma tendência no mercado de perceber a interação como o fator mais importante, os usuários buscam na fan page principalmente concursos e, em segundo lugar, notícias sobre produtos da empresa.

     

    Ser diferente é o maior atrativo


    Para a ferramenta obter sucesso, conquistar e manter seu fã, quatro ações não podem ser negligenciadas: concursos e ofertas, informações sobre produtos, regularidade de posts e notícias de credibilidade sobre a marca. Uma subcategoria de sucesso que está dentro de concursos são os social games. Essa é a plataforma com o maior impacto da marca sobre os clientes, apesar de não ter o maior alcance.

     

    O maior sucesso chega quando a fan page é criada baseado no diferencial da empresa, no que ela tem de único, sem repetir ações, mas investindo em novidades. Um exemplo inovador foi feito pela marca de rum Captain Morgan México (foto acima), que brinca como se a página fosse, na realidade, o perfil do personagem. Outra tática de diferenciação é sincronizar no Facebook o conteúdo que a empresa posta no Twitter.

     

    “A melhor estratégia é ser diferente e ter ambição. Tudo que nunca foi visto se destaca acima da média. O profissional de Marketing precisa estar prestando atenção às novidades, porque há sempre novas oportunidades, e mergulhar no trabalho para tornar a página a melhor possível, dando à ação no Facebook a importância que ela merece”, completa Southgate. 

    Fonte: Mundo do Marketing - Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing | 20/09/2011

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  • 02

    jan

    0

    Maioria das empresas ainda não pratica o Marketing 3.0

    Olhar para o consumidor como ser humano pode fazer com que a rentabilidade da companhia aumente.

     

    “Se daqui a cinco anos você estiver no mesmo ramo em que está hoje, seu negócio não existirá mais”. A frase destacada por Philip Kotler mostra a urgência por inovação dentro das empresas, além de uma mudança de foco. Mais do que olhar para os clientes, as marcas criativas precisam ver o consumidor como um ser humano. É isso o que propõe o Marketing 3.0, conceito nascido em 2005 na Ásia e explorado no livro Marketing 3.0, um dos mais vendidos em 2010 no Brasil, lançado pela editora Elsevier e escrito por Kotler, em parceria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan.

     

    Para se destacar no contexto atual, as companhias precisariam sair do Marketing 1.0 – onde se encontra a maioria das empresas do planeta – para o Marketing 3.0. Apesar da ideia não ser novidade e vir sendo amplamente divulgada por Kotler em todo o mundo, o conceito está longe de sair do papel.

      “A maioria das empresas é de Marketing 1.0. Entregam um bom benefício mentalmente”, disse Kotler durante o Seminário HSM, realizado na última segunda-feira, dia 26, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O guru do Marketing lembrou ainda que poucas companhiam praticam até mesmo o Marketing 2.0, aquele capaz de transformar clientes em fãs, como fazem marcas como a Harley-Davidson.

    Preocupação com o planeta
    Juntando o benefício mental proposto pelo Marketing 1.0 e a felicidade gerada pelo Marketing 2.0, o Marketing 3.0 quer ir além: as empresas devem entregar amor, fazer as pessoas se sentirem bem emocionalmente e, mais do que isso, olhar para o planeta como um todo.

    “É não atender apenas o lado emocional, mas mostrar aos clientes que a empresa se preocupa com o mundo. Isso é o Marketing 3.0”, explica Kotler. Ao praticar o Marketing Social, as marcas usam os princípios básicos da ferramenta para ajudar pessoas, com ações que colaboram para a melhoria da vida, como campanhas que incentivam a parar de fumar ou se alimentar melhor.

    Olhando para trás
    Na busca pela inovação e pelo bem social de forma sustentável para a empresa, vale reinventar o passado. Nem toda companhia poderá criar o novo iPad, então por que não olhar para antigos negócios e aproveitar o seu potencial?

    Foi o que fez a Starbucks, por exemplo, quando transformou a experiência de tomar café e virou sinônimo da categoria. Ou a Zappos, que superou o principal obstáculo da venda de calçados pela internet e, diante da dúvida dos consumidores quanto ao tamanho do sapato, passou a enviar três números do mesmo modelo, arcando com a despesas de devolução.

    A TOMS Shoes foi além e não só reinventou a venda de calçados, como também agregou o valor social ao negócio. Para cada par de sapatos vendido pela empresa, outro é doado a crianças carentes. Na hora de se destacar, a internet aparece como uma forte aliada, mas não a única. O investimento no digital deve ser cauteloso.

    “Conheço uma empresa que redirecionou 50% do seu orçamento de Marketing para o digital e o resultado foi catastrófico. Repasse 10% para as mídias digitais e contrate alguém que entenda de internet. Se trouxer resultado, dê mais 10%”, aconselha Kolter.

    Criação em parceria
    Entre as vantagens da web está a possibilidade de cocriação, cada vez mais utilizada pelas empresas. A tendência, no entanto, também aparece no ambiente físico. A já citada Harley-Davidson é conhecida por levar os clientes para acompanharem os engenheiros da empresa. Já a dinamarquesa Lego convida crianças para oficinas onde geram ideias para novos brinquedos com os famosos blocos de montar.

    Na Procter & Gamble, a estratégia de conexão e desenvolvimento substituiu a tradicional abordagem de pesquisa e desenvolvimento. O programa de inovação alavanca a rede de empreendedores e fornecedores globais da P&G para que ofereçam ideias de produtos.

    Como resultado, a iniciativa passou a contribuir com cerca de 35% da receita da companhia e gerou itens conhecidos pelos consumidores de todo o mundo como o creme Olay Regenerist e as escovas a pilha Crest SpinBrush.

    As mais amadas
    Com a cocriação, vem também o conceito de comunidade, que se sobrepõe à segmentação tradicional. “A segmentação produz pessoas homogêneas, enquanto as comunidades têm diferentes pessoas. A Apple, por exemplo, construiu comunidades de indivíduos que amam a marca”, ressalta Kotler.

    Com as comunidades, as companhias conseguem manter os clientes proprietários, aqueles que compram, ficam satisfeitos, falam para outras pessoas, convencem a experimentar e fazem críticas construtivas, como fãs. Mais do que isso, as empresas conquistam funcionários proprietários, que possuem um senso de propriedade, são leais, sugerem melhorias e servem os consumidores da melhor maneira possível.

    Características como essas levam os norte-americanos a amarem empresas como Amazon, Best Buy, BMW, Container Store, eBay, Google, Harley-Davidson, Honda, IDEO, IKEA, Johnson & Johnson, Starbucks, Timberland, Toyota e Whole Foods, algumas das listadas no livro “Firms of Endearment – How World-Class Companies Profit from Passion and Purpose” (Os segredos das empresas mais queridas – Como empresas de classe mundial lucram com a paixão e os bons propósitos), de Raj Sisodia, Jag Sheth e David B. Wolfe.

    Essas companhias, que não só contam com uma verdadeira legião de fãs, como também são altamente lucrativas, têm características em comum:

    - Alinham os interesses de todos os grupos de stakeholders;

    - Os salários de seus executivos são relativamente modestos;

    - Adotam uma política de “portas abertas” de acesso à alta gerência;

    - A remuneração e os benefícios de seus funcionários são elevados para a categoria, o treinamento de seus funcionários é mais longo e a rotatividade da mão de obra é menor;

    - Contratam pessoas que têm entusiasmo pelos clientes;

    - Consideram os fornecedores parceiros legítimos, que colaboram para melhorar a produtividade e a qualidade e para reduzir os custos;

    - Acreditam que a cultura corporativa é seu maior ativo e sua principal fonte de vantagem competitiva;

    - Seus custos de Marketing são muito menores do que os de outras empresas do seu setor e, ao mesmo tempo, a satisfação e a retenção de clientes são muito maiores.

    Fonte: mundo do marketing - Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 28/09/2011

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  • 02

    mar

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    Pesquisa identifica 12 tipos de consumidores online

    De acordo com um estudo realizado pela ExactTarget nos EUA e na Europa, quase 40% dos consumidores, ao receberem um e-mail marketing, procuram mais informações nas redes sociais e nos sites.

    Além disso, a pesquisa identificou 12 tipos diferentes tipos de consumidores online, tendo sido analisados os níveis de renda. Essa informação é essencial para a elaboração de qualquer ação de marketing nas mídias sociais.

    Os tipos de consumidores apontados na pesquisa são:

    Círculo de confiança: formado por 47% dos consumidores online, eles estão interessados em manter relacionamentos com familiares e amigos, e não no desenvolvimento de novos relacionamentos. Podem não gostar de propagandas online.

    Cauteloso: correspondem a 33% dos consumidores e são muito seletivos sobre com quem estão se comunicando e com o tipo de informação que compartilham, além de muitos ativos nas redes sociais. Prezam pelo respeito de seus dados.

    Candidato-Informação: 33% dos consumidores se identificam com este grupo. Estão interessados em consumir informação. Um bom conteúdo no perfil da marca nas redes sociais é a melhor maneira de chamar sua atenção.

    Entusiastas: são 32% dos consumidores online e procuram manter contato com quem tem interesses semelhantes. Gostam de ser os primeiros a receber informações das marcas, desde que sejam de boa qualidade e interessantes.

    Quem está à procura de propostas: 30% dos consumidores online estão neste grupo, que busca por ofertas e por descontos em todos os canais disponíveis online.

    Compradores: 24% dos consumidores online. Gastam muito tempo pesquisando nas lojas e estão mais interessados na qualidade que no preço. Têm mais de 25 anos e alto poder aquisitivo.

    Viciados em notícias: correspondem a 21% dos consumidores online e utilizam a web como fonte primária de informação para notícias e para eventos. São contribuintes ativos nas mídias sociais e mais propensos a ler artigos sobre produtos que os outros grupos.

    Jogadores: englobam 19% dos consumidores online. Estão interessados em notícias sobre videogames e têm pouco interesse em seguir as marcas nestas redes.

    Borboletas sociais: 13% dos consumidores estão neste grupo. A prioridade é fazer e manter muitos amigos na internet. Estão interessados em receber ofertas e preferem enviar e-mails a fazê-lo pelo Facebook ou pelo Twitter.

    Os negócios em primeiro lugar: 8% dos consumidores online se identificam com este grupo, que está na internet para negócios, procurando as últimas tendências, capturando contatos profissionais e abrindo oportunidades de emprego através de redes como o LinkedIn. Usam o email com frequência e são usuários ativos nas redes sociais, embora não possuam interesse em seguir marcas na internet.

    Amplificadores: são 7% dos consumidores online e têm interesse em se conectar, educar e compartilhar recursos e informações com outras pessoas. Acreditam que o Facebook e o Twitter são a melhor maneira de lidar com as empresas.

    Livro aberto: 6% dos consumidores online fazem parte deste grupo. Gostam de divulgar suas experiências e conhecer pessoas para compartilhá-las. Quanto às marcas, podem ser seus maiores defensores ou detratores.

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    Fonte: ecommerce brasil

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  • 01

    mar

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    Mercado publicitário fecha década com chave de ouro

     

    17,7% maior, bolo publicitário total chega a R$ 36 bilhões em 2010; TV aberta com 63% atinge o maior share da história do Projeto Inter-Meios

     

    O mercado publicitário em 2010 fechou a década com desempenho digno de ano de bons negócios.  Os dados do Projeto Inter-Meios, realizado pelo Grupo M&M em conjunto com a PricewaterhouseCoopers, mostram uma retomada da trajetória ascendente da mídia, de forma mais expressiva do que os 4% de 2009.

     

     

    O faturamento total do Projeto Inter-Meios é o resultado dos números fornecidos pelos próprios veículos. Estima-se que as empresas que fornecem os resultados representem 90% de todos os investimentos em compra de espaço publicitário no País. Em 2010, o montante faturado pelos veículos atingiu R$ 29,1 bilhões.

     

     

    Para se chegar ao total movimentado pelo mercado, a PricewaterhouseCoopers estima os 10% restantes e faz uma soma simples, chegando ao valor arrecadado com compra de mídia. A esse montante, adiciona-se um valor estimado para a produção das peças de publicidade e campanhas que são veiculadas nesses espaços, montante que é calculado em 19% do total. Assim, tem-se o valor do bolo publicitário total (mídia + produção publicitária),  que em 2010 foi de R$ 36 bilhões, ou US$ 20,5 bi.

     

     

    Descontando-se a inflação medida pelo IGP-M, o crescimento fica em 11,3%; ou ainda em não menos significativos 12,1% se o índice considerado for o IPCA. Em ambos os casos, trata-se de expressivo crescimento real. Em dólares, o mercado cresceu 30% - mas há de se considerar que o período é de valorização da moeda nacional.

     

     

    Comparando-se com os números do mercado internacional (relatório ZenithOptmedia) , o Brasil ultrapassou  a França e ocupa a sexta posição no ranking dos países com maior bolo de publicidade, atrás de Estados Unidos, Japão, Alemanha, China e Inglaterra.

     

     

    Diz José Carlos de Salles Gomes Neto, presidente do Grupo M&M e que coordena o Projeto Inter-Meios: “A propaganda tem essa relação com o momento econômico, como estimuladora do desenvolvimento de negócios. Em anos positivos, os processos de construção de marcas ganha ainda maior valor. O que é diferente em anos de crise, quando a propaganda é essencialmente voltada ao hard sell”.

     

     

    Com exceção do segmento Guias e Listas, que teve desempenho negativo em relação a 2009 (-7,8%), todos os demais meios em seu conjunto registraram crescimento ou praticamente mantiveram a performance  sobre o ano anterior.

     

     

    Mas cabe ressalva importante sobre o segmento de guias listas: em especial por conta dos anúncios classificados, o setor tem feito forte migração para o meio internet, que continua ascendente. TVs por assinatura (22,9%), Revistas (14,9%), rádio (10,9%), internet (28%), cinema e (13%) e mídia exterior  (15,3%) apresentaram crescimentos todos na casa de dois dígitos.

     

     

    No entanto,  o crescimento não foi suficiente para o meio jornal manter seu share, com perda de participação no bolo, passando de 14,1% de share em 2009 para os atuais 12,4%. Rádio (de 4,4% para 4,2%), e revistas (de 7,7% para 7,5%)  também tiveram pequena oscilação negativa na sua participação diante de todo o mercado.

     

     

    Nunca antes na TV

     

    Mas 2010 entra para a história do Projeto Inter-Meios como o ano de maior share da TV aberta, desde o início do levantamento, em 1990. Com praticamente 63% de participação, o meio, que no ano passado completou 60 anos desde o lançamento da extinta TV Tupi no Brasil, acusou crescimento de 21,6% em relação a 2009.

     

     

    Ainda no comparativo com o mercado internacional, a TV aberta brasileira em participação só fica atrás dos mercados de Estados Unidos e Japão, ocupando a terceira posição.

    Fonte: www.mmonline.com.br

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  • 11

    fev

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    Treinamento virtual para mudar comportamentos

     

    A carreira não está mais atrelada unicamente à capacitação técnica. É esperado do profissional que, além dos conhecimentos necessários para realizar o seu trabalho, tenha comportamento e personalidade capazes de maximizar seu desempenho. Pensando nesta demanda, nasceram empresas de coaching (treinamento, em inglês) para trabalhar estas características. O serviço, agora, começa a surgir no mundo virtual. 

     

     

    A Your Life, empresa para gestão de carreira e finanças pessoais, lançou uma ferramenta online para facilitar a o processo para aqueles que não contam com tempo ou dinheiro para o trabalho presencial. Desde que foi lançada no mercado, há dois anos, a versão empresarial do serviço foi adquirida por 55 empresas, entre elas a Eletropaulo, a Mercedes Benz os Correios, e o Instituto IBOPE. Atualmente, 7,7 mil pessoas físicas recorrem ao Your Life. 

     

     

    O sistema é simples: você faz um diagnóstico online gratuito, que ajuda a identificar quais pontos de sua personalidade ou quais capacitações você precisa melhorar para alcançar o cargo desejado ou aumentar a eficiência no emprego atual. 

     

    O gerente de engenharia, pesquisa e desenvolvimento e qualidade da PPE Fios Esmaltados, Vainer Grizante, usou o modelo durante seis meses. “Pelo menos no meu caso e no caso dos meus colegas, o diagnóstico foi extremamente preciso". Além dele, cerca de 20 outros profissionais de nível gerencial da PPE fizeram o programa. 

     

     

    A partir do diagnóstico, o serviço passa a ser pago. Por meio de exercícios online ele visa estimular capacidades como persuasão, flexibilidade e foco em objetivos. “O diagnóstico é gratuito, mas a partir dele nós criamos o plano de ação", explica Rubens Gurevich, presidente da Your Life. “A cada 15 dias nós enviamos um email para o cliente pedindo que ele faça uma autoavaliação de sua performance com os exercícios."

     

     

    Vainer enfatiza que o acompanhamento diário do processo, com emails diários dando dicas sobre como melhorar determinados comportamentos o ajudaram. ?É um processo contínuo e interativo. Em outras iniciativas de RH (Recursos Humanos), o pessoal é geralmente levado para um hotel fazenda por um fim de semana e recebe uma quantidade enorme de informação. “No dia seguinte, volta ao trabalho e esquece tudo."

     

     

    Para o coordenador nacional dos cursos de recursos humanos da Estácio de Sá, Marco Aurélio Barros, coaching é uma necessidade para quem deseja se aprimorar. “No passado, o desenvolvimento meramente técnico era muito forte, mas isso mudou. Qualquer profissional de qualquer área, que tenha desejo de se aprimorar, deve procurar o coaching." Para ele, a vantagem do e-coaching está no preço. “A vantagem do online é que o custo relativo é muito menor do que o de um mentor presencial."

     

     

    No Your Life, a avaliação do usuário é feita por pessoas indicadas pelo próprio cliente. Para Gurevich, o ideal é que a supervisão seja feita por um mínimo de três pessoas, o gestor, um parceiro e um subordinado do usuário. “Para não causar constrangimentos, a avaliação chega anonimamente ao usuário."

     

     

    Duração. O coaching de cada uma das capacitações leva três meses, ao custo de R$ 138. Para novas capacitações após a primeira, o usuário recebe descontos. A partir da quinta capacitação, o Your Life deixa de ser um serviço pago e passa a ser gratuito. 

     

     

    A chefe de atendimento do Hospital São Camilo, Alexandra Reis, afirma que foi promovida devido ao seguimento que deu ao plano de ação do treinamento. “Eu era chefe do departamento de hotelaria e meu novo cargo tem relação com o meu plano de carreiras." Segundo ela, os aspectos trabalhados por ela no e-coaching foram liderança e relacionamento interpessoal. 

     

     

    “Para algumas coisas, o treinamento online não basta", acredita o coordenador dos cursos de recursos humanos da Estácio. Na opinião do especialista, certas capacitações precisam de experiências vivenciais. “Quanto mais estratégico for o cargo, mais importante o coaching presencial."

     

     

    Além de fornecer o serviço em carreiras, o Your Life possui dois outros módulos de atendimento. O Your Life Finanças ajuda o profissional a administrar bem o seu dinheiro. Por meio de uma avaliação financeira com dados fornecidos pelo usuário, o programa identifica quais os pontos fortes e os fracos em relação comportamento que o indivíduo. O programa orienta o profissional sobre as competências financeiras que deve desenvolver e oferece dicas práticas de como lidar com as finanças. 

     

     

    “O chassi deles é o mesmo, mas os objetivos são diferentes", explica Rubens Gurevich, presidente da empresa. O programa definanças é um real mais caro que o de carreiras, e sai por R$ 139 durante três meses. 

     

     

    O último módulo é o Your Life Saúde, que proporciona ao indivíduo um autoconhecimento por meio dos seus hábitos alimentares. Com base em dados fornecidos pelo usuário, o Your Life Saúde oferece um programa nutricional. “A gente não recomenda que os módulos sejam feitos simultaneamente. Quando elas assinam mais de um, acabam não fazendo nenhum dos dois", alerta Gurevich. 

    Fonte: www.degustadigital.com.br

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