Trio é preso em Jataí suspeito de comprar pedras preciosas com R$ 1 milhão em notas falsas no MT

 

Foto: Divulgação/PM GO

Três homens de 36, 54 e 48 anos, foram presos em Jataí, no sudoeste de Goiás, suspeitos de comprar centenas de pedras preciosas usando R$ 1 milhão em notas falsas no Mato Grosso. Segundo a Polícia Militar, ao que tudo indica, a mercadoria se trata de diamantes e esmeraldas.

Por não terem as identidades divulgadas, o site não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos.

A prisão ocorreu na madrugada da quarta-feira (17), na GO-050. Segundo a PM, a ação foi conjunta com a polícia do MT, já que o estelionato para a compra das pedras ocorreu contra uma empresa de lapidação na cidade de Várzea Grande. Os homens foram abordados na rodovia após a polícia identificar que o veículo em que estavam tinha características similares aos dos golpistas.

De acordo com a Polícia Militar, o trio informou que havia 232 pedras de diamante e 95 gramas de esmeraldas, embaladas em plástico transparente.

Golpe
Segundo o tenente da PM Danilo Maia de Almeida, na terça-feira (16), o dono da empresa de lapidação combinou com os suspeitos de entregar as pedras no Aeroporto Marechal, onde recebeu o pagamento de mais de R$ 1 milhão.

Conforme a corporação, ao ir para o carro verificar a quantia e pegar a nota fiscal das pedras, o empresário percebeu que as notas eram falsas. Foi quando os criminosos fugiram.


De acordo com o tenente, ao serem abordados, os suspeitos afirmaram que estavam sem os documentos das pedras. “Eles falaram que levariam as pedras para Brasília, onde iriam penhorar para pegar o dinheiro. Depois, cada um seguiria o seu rumo. A vítima afirmou que tem uma empresa de extração e que as pedras eram legais. A Polícia Federal vai periciar as pedras”, explicou o tenente.

Conforme informações da PM, alguns dos detidos já tinham antecedentes criminais por extorsão, lesão corporal, moeda falsa, estelionato, injúria e ameaça. Eles foram encaminhados para a delegacia da Polícia Federal de Jataí.

A imprensa tentou contato por e-mail às 8h30, com a Polícia Federal, a fim de saber por quais crimes os suspeitos devem responder e se continuam presos até esta quinta-feira (18). Porém, não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Foto: Divulgação/PM GO


Fonte: G1