Incontinência urinária atinge três em cada 10 brasileiros; preconceito é barreira para o tratamento

 


Incontinência urinária nem sempre é sinal de envelhecimento, nem problema apenas de mulheres.

A cada 10 brasileiros, três sofrem com a disfunção, que provoca escape involuntário de xixi e, muitas vezes, compromete a vida profissional ou o convívio social.

Encarar a doença sem preconceito é a melhor forma de controlar e até atingir a cura, explica Maira Augusta Bortolini, médica uroginecologista e vice-presidente da Associação Brasileira pela Continência Berta Stuart:

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Metade das pessoas acometidas pelo problema tem perda de urina por esforço, carregar peso, tossir, espirrar ou rir muito.

Os dados são de pesquisa realizada com duas mil pessoas em todas as regiões do país.

A médica explica porque isso ocorre:

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A uroginecologista Maria Augusta Bortolini orienta como a incontinência urinária pode ser tratada:

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A recomendação da especialista é que ao primeiro sinal de dificuldade de conter a urina seja buscada ajuda profissional. O diagnóstico precoce ajuda a conter a evolução da doença.